EM CONSTRUÇÃO


CONTATO








Concurso Baixinha de Santo Antônio

Primeiro Lugar no Concurso Nacional  para urbanizacão da Baixinha de Santo Antônio, Salvador
2014



Pespectiva aérea





Estratégia geral de intervenção




Plano Geral









Corte Geral











Setor 1
Planta baixa






Setor 1

Edifícios residenciais 



Setor 1
Edifícios púbicos 



Setor 1
Edifícios residenciais


Setor 1
Edifícios púbicos




Setor 2

Planta baixa




Setor 2
Conjunto




Setor 2
Edifícios púbicos



Setor 2
Edifícios residenciais




MEMORIAL



O recorte territorial em questão apresenta uma geomorfologia determinante para a forma como se desenvolveu sua ocupação ao longo do tempo e para os principais problemas relacionados a áreas de risco e saneamento básico enfrentados atualmente pela população da Baixinha de Santo Antônio. A área compreende duas bacias de drenagem tendo entre o ponto mais alto de cumeeira e o ponto mais baixo de várzea um desnível de 50 metros. Essa pré-condição física seguida da ocupação informal, carente de infraestrutura, faz com que os deslizamentos de terra em áreas de maior declividade em encostas e o alagamento das áreas baixas em ocasiões de chuvas fortes sejam um problema estrutural na abordagem desta proposta.

Ao abordar este problema, o projeto conjuga estratégias de projeto de infraestrutura, paisagem, urbanismo e arquitetura de modo a trazer soluções que trabalhem estas disciplinas de formas integrada. De acordo com essa metodologia, as soluções urbanísticas  passam a conter um caráter ecológico na medida em que agregam funções ambientais.

De maneira geral, a cidade de Salvador se caracteriza por um relevo acidentado e cortado por vales profundos. A divisão de sua área central em Cidade Alta e Cidade Baixa exemplifica a presença destes acidentes geográficos na leitura do ambiente urbano. Vendo a cidade de cima, observamos numerosas ocupações em encostas e a aglomeração de casas nas mesmas. Hoje é o terceiro município mais populoso do Brasil, com aproximadamente três milhões de habitantes e com mais de 33% da sua população vivendo em favelas, segundo o IBGE (2011).Isto significa que, em 2010, mais de 882 mil soteropolitanos viviam em favelas.

Neste sentido, as soluções propostas para a Baixinha de Santo Antônio podem ser entendidas como um estratégia mais ampla na abordagem de problemas semelhantes em outras comunidades incluídas no programa “Bairro da Gente”. Sua potência de regeneração ambiental é também alargada quando pensada do ponto de vista da cidade como um todo.






PARCERIA OCO + RVBA ARQUITETOS

EQUIPE

Adriano Bruno, Juliana Sicuro, Luis Felipe Vasconcellos, Rodrigo Bocater e Vitor Garcez


DATA

2014


ÁREA DE INTERVENÇÃO

330.000 m²


CONSULTORES

André Drummond, Pedro Neves




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